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CONSERTANDO LINKS

Olá!!!


Estou consertando os links, tive que comprar outro notebook sendo assim alguns arquivos perdi e não encontro na internet. Conforme vou colocando o link válido eu escrevo na postagem, então peço para quem tiver entrar em contato e compartilhar. Caso perceba que o download não funciona deixe recado e estarei consertando o mais breve possível.


Beijos.

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sábado, 13 de agosto de 2011

AMOR-SURPRESA Margaret Mayo

À porta da velha cabana no interior da Escócia, Melina vacilou, nos braços de Leon Alexander, que procurava beijá-la loucamente. Desde o primeiro momento, ela sonhara estar assim a sós com ele, mas não poderia render-se sem mais nem menos. Não depois que Leon praticamente a arrastara para aquele fim de mundo, esperando uma confissão por um crime que ela nunca cometera!



REBELDE PARCEIRA

Furiosa, Claire enfrentou o olhar zombeteiro de Madison. Haveria homem mais teimoso do que ele? Era óbvio que não podiam ser “apenas amigos”, como ele propunha! O que mais faltava para convencer esse cabeça-dura de que se amavam perdidamente? Madison, arredio à idéia de compromisso, insistia em fugir dela. Estava na hora de encostá-lo na parede. Por bem ou por mal ele perceberia que só juntos seriam felizes!


A PRIMEIRA-DAMA

Pela janela, Selena olhava para os jardins do palácio de governo. Lá embaixo, Nicholas se afastava do túmulo da primeira esposa. Seu marido jamais se libertaria do passado, pensou ela. Quando aceitara casar-se com o presidente, Selena achava que suportaria uma união sem amor. Mas agora, convivendo com esse homem atraente, descobria que tinha se apaixonado... sem a menor esperança de ser correspondida!



sexta-feira, 29 de julho de 2011

UM HOMEM ENCANTADOR

LEIA UMA PARTE
CAPÍTULO I
Preciso urgentemene de um homem bonito, rico, alentoso e muito, muito famoso — declarou  Angela Moretti, entrando esbaforida no escritório da Fundação Californiana de Auxílio à Infância.
E é você que vai encontrá-lo para mim, Lucy. Lucy Michaels sorriu, divertida.Ora, é claro que vou, mas só depois que tiver encontra­do um para mim mesma, Angela — comunicou, enquanto con­tinuava a selar a enorme pilha de envelopes que tinha diante de si.  
— E, agora, por que você não deixa de sonhar um pou­co e me dá uma mãozinha com esta correspondência, hem, mocinha?
Angela ignorou o comentário e, afastando uma pilha de pa­péis que estava na cadeira em frente à escrivaninha de Lucy, sentou-se, dizendo, com ar preocupado:
   Deixe isto para depois, Lucy. Agora temos um assuntomais urgente para resolver.
   Chama de urgente achar um homem para você!? — ex­clamou a outra moça, em um tom divertido.
   Não é para mim sua boba, é para a Fundação. — Subi­tamente, a atitude brincalhona de Angela Moretti tornou-se séria e profissional. — Nosso Festival de Gurmês Famosos pode virar um verdadeiro fiasco, se não encontrarmos o astro cer­to para atrair o público e obtermos a renda necessária paramanter a Fundação. Veja bem, existem dezenas de políticos querendo participar, contudo, precisamos de alguém que te­nha bastante popularidade, caso contrário não teremos inte­ressados em saborear os pratos corriqueiros que estas pessoasfamosas irão preparar. Entendeu?
   Pensei que você já tivesse conseguido convencer Stefan Morino a participar — comentou Lucy, sabendo que o que a moça dizia era verdade. A Fundação havia preparado um festival beneficente onde as pessoas famosos seriam os gur-mês do dia, e o dinheiro da venda de ingressos poderia signi­ficar um grande alívio para as parcas finanças da entidade.
  E acertei. Mas ele é apenas um violinista, Lucy. Não que eu tenha alguma coisa contra os músicos. Porém, precisamos de alguém mais conhecido para conseguirmos o sucesso dese­jado. Quer dizer, necessitamos de um homem forte, conheci­do, poderoso e...
  Pelo que vejo, já tem alguém em mente, não é mesmo? — interrompeu Lucy, conhecendo muito bem o discurso per­suasivo da amiga. — Vamos lá, diga logo de quem se trata.
  Bem, devo confessar que mais uma vez você está certa, minha cara. Já sei quem pode nos garantir uma boa renda... Que acha de Matt Kingsley?
Lucy meneou a cabeça de um lado para o outro, dizendo, taxativa:
  Ah, não, Angela. Pode parar. Não vou fazer o que vo­cê tem em mente.
  Ora, como pode falar assim? Eu nem falei nada ainda!
  Não falou mesmo! Entretanto, como a conheço muito bem, sei que vai querer que eu use as ligações que tenho com o mundo do beisebol para convencer o tal jogador a partici­par de nosso Festival de Gurmês Famosos! — exclamou Lucy, sentindo uma pontada de culpa por recusar o pedido antes mes­mo de ter sido feito.
  Oh, Lucy, por favor! — implorou a outra, fitando-a com olhar suplicante. — Estamos desesperados, minha cara. Sabe muito bem que a única esperança que temos de continuar com nosso trabalho social é conseguirmos um bom dinheiro com este evento. Se não obtivermos sucesso, então podemos desis­tir da maioria de nossos programas assistenciais.
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MARIDO IDEAL

LEIA UMA PARTE
PRÓLOGO

A pergunta do Dr. Aaron Dash foi curta e rápida:  Srta. Jenkins, o que significa esta anota­ção sobre o erro na intravenosa do pequeno Carradine?
Karen Jenkins piscou, confusa, enquanto aquelas palavras penetravam no nevoeiro de sua infelicidade. Sendo enfermeira chefe do Centro de Terapia Intensiva, tudo o que acontecia ali era de sua responsabilidade.
   Não sei, doutor respondeu, examinando ansiosamente a ficha do paciente.
Estava bem ciente da expressão zangada do médico, isto sem mencionar a expectativa que via nos rostos do Dr. Hanley Tyler, chefe do pessoal do hospital, e de Bess Martin, a diretora da Enfermagem, A despeito do esforço que fazia para manter-se calma, lidar com um médico irritado era mais do que poderia suportar, naquele momento.
A presença periódica de Bess e do Dr. Tyler era quase uma rotina, no CTI, mas o que tornava a ocasião quase especial, e bastante enervante, era o fato do Dr. Aaron também estar pre­sente. Era um homem alto, de cabelos escuros e olhos pene­trantes e, desde que se tornara cardiologista chefe, adquirira a reputação de ser muito rigoroso e exigente, no que se referia aos cuidados com seus pacientes.
Fora recrutado para o Children's Memorial, tendo vindo do hospital John Hopkins, em Baltimore, exatamente por sua ha­bilidade médica, e não por ser um gênio em relações públicas. E, desde que levava seu trabalho à sério, mesmo passando por uma crise terrível na vida pessoal, Karen dava grande valor à opinião do Dr. Dash sobre o que ela fazia.
Duas anotações na ficha do paciente lhe chamaram a aten­ção: a primeira, numa letra quase rabiscada, levava as iniciais que poderiam ser suas, mas não eram. Pertenciam à nova en­fermeira, Kim Johanssen. Logo abaixo, a segunda anotação, na mesma letra, informava que um erro havia sido cometido: fora ministrado Dextrose, no soro para o paciente, ao invés de água destilada. Mas era um erro que, felizmente, em nada com­prometia a saúde do paciente.

ILUSÕES DE HOLLYWOOD

LEIA UMA PARTE:
CAPÍTULO I

Devagar em seu carro, Cassandra Leigh Addams passava em frente ao luxuoso portão dos estúdios Phoenix, em Hollywood.
O lugar sempre teve uma parte muito importante em sua vida. Fora lá que os pais, a atriz Sabrina Leigh e o produtor Christopher Addams, haviam encontrado fama, fortuna e o amor.
Até então, quase doze anos depois da morte dos pais em um acidente de avião, eles ainda continuavam a ser lembrados e reconhecidos como grandes astros das últimas décadas.
Cassie havia passado muito tempo nos estúdios quando criança. Brincava no playground que fora especialmente montado para ela e, sem perceber, absorvia toda a magia na produção dos filmes ao admirar o trabalho dos pais.
Porém, durante a adolescência tivera poucas oportunidades de visitar os estúdios.
Só há dois anos, quando completara vinte e dois anos de idade, tivera a oportunidade de voltar ali, desta vez para trabalhar.
Conseguira um emprego como assistente de produção na produtora cinematográfica de Brandon Marcus, o jovem diretor que prestava bons e lucrativos serviços para a Phoenix.
A produtora estava muito bem localizada em um terreno arborizado, e providencialmente ao lado dos estúdios. Cassie gostava muito do lugar, e só lamentava a dificuldade que encontrava todos os dias para estacionar ali.
Nesse dia, quando finalmente encontrou uma vaga, estacionou o veículo e começou a dirigir-se até seu local de trabalho.
Enquanto andava, lembrava-se de como tudo acontecera.
Pouco tempo atrás havia sido promovida como assistente pessoal de Brandon Marcus.
A promoção a deixara exultante, pois lhe proporcionava a chance de conhecer todo o processo criativo dos filmes.
Sabia também que o novo cargo implicava em tarefas pouco agradáveis, desde levar as roupas do chefe à lavanderia a contratar uma empresa especializada para cuidar da manutenção de seu caríssimo carro esporte italiano.
Enquanto andava olhava seu reflexo nos espelhos dos inúmeros carros parados ali. A imagem que via não lhe agradava muito. Os cabelos cor de fogo caíam-lhe com insistência no rosto e ela os afastava, tentando alisar um pouco as mechas revoltas.

DIA DOS NAMORADOS

LEIA UMA PARTE DO 1º CAPITULO
CAPITULO I

Jéssica inclinou-se sobre o bebedouro e deixou que o jato de água gelada lhe refrescasse a boca seca. Bebeu longamente, fechando os olhos de prazer. Nada, a não ser água, matava-lhe a sede. Nenhum suco natural ou refrigerante oferecia aquela deliciosa sensação de frescor. Fora difícil encontrar água no mais elegante Shopping Center de Clearview, comarca de Los Angeles, embora ela jorrasse, cascateante, nas muitas fontes ornamentais.
O bebedouro era o único no pavimento térreo e ficava quase escondido numa alcova da parede de mármore.
Sorveu mais um gole generoso, imaginando que ingeria um elixir mágico que aumentaria seu poder de persuasão. Era tarefa árdua tentar convencer alguém de vida agitada que um cachorro não causaria problemas.
Jéssica ainda não encontrara uma só pessoa que se apaixonasse, como acontecera com ela, pelo enorme cão dinamarquês. E precisava encontrar um lar para Arthur naquele dia, impreterivelmente.
Sobressaltou-se com uma risada atrás dela. Não era um riso agradável, mas malicioso e áspero. Olhou disfarçadamente e viu os dois jovens que estariam vestidos de maneira adequada, se fosse carnaval. Mas não era. As roupas pretas, de couro, cheias de detalhes de metal, agrediam pelo mau gosto.
Ela sentiu os cabelos da nuca arrepiarem-se. Estava numa encrenca. Os dois monstros, de cabelo eriçado e olhar duro, bloqueavam o arco da pequena alcova. Quem adivinharia que eles encurralavam uma moça na reentrância do bebedouro, prontos para atormentá-la?
Jéssica continuou inclinada sobre o jato de água, fingindo que não percebera nada de anormal. Ganhava tempo, procurando pensar com clareza.
Não era a primeira vez que criaturas desclassificadas tentavam aproveitar-se dela, julgando-a uma garota indefesa. O que podia esperar, com um metro e meio de altura e quarenta e oito quilos de peso? À primeira vista, parecia uma adolescente, presa cobiçada por arruaceiros.
Devagar, cautelosamente, ela endireitou o corpo. Tinha de enfrentar a situação.
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quinta-feira, 21 de julho de 2011

DE VOLTA PARA VOCÊ


Sara, trêmula, empurrou a porta devagar. O quarto na penumbra deixava entrever apenas as formas másculas de um homem nu, coberto com um fino lençol de seda. Um estranho estava dormindo em sua cama! Porém, ao percorrer os olhos pelo corpo viril, não conteve um grito de indignação. Morgan! O que ele fazia ali, depois de ter desaparecido por três longos anos de sua vida?

SEDUÇÃO PROIBIDA

O PREÇO DE UM AMOR

UMA MULHER DE NEGOCIOS


ARMADILHA DE CUPIDO

Kat estava perfeita, no seu papel de mulher vulgar. Os arrogantes Bishop iriam passar por um mau pedaço: ela faria tudo para escandalizá-los! De repente, porém, lembrou-se do enigmático Daniel Bishop, que tento a perturbava. Também diante dele conseguiria fingir que não passava de uma oportunista atrás da fortuna da família?

DESAFIO À FELICIDADE

Nervosa, Terri virou-se para ver entrar seu novo patrão, o Dr. Braden. Queria que tudo desse certo nesse emprego para o qual tanto lutara. Porém, quando o homem loiro parou a sua frente e tirou os óculos escuros, Terri teve vontade de desaparecer. O Dr. Braden era o atraente desconhecido que a ajudara na estrada... e com quem acabará brigando de modo tão vergonhoso!

CENÁRIO DE UM CASAMENTO

Nicole não conseguia acreditar que estava em Hollywood, casada com um dos mais famosos diretores do cinema. Procurou Ross com o olhar e estremeceu ao vê-lo cercado de mulheres belíssimas. Ali, naquele mundo de luxo e ambição, a vida deles jamais tornaria a ser a doce aventura que fora na Venezuela, quando eram apenas os dois e uma infinita paixão...

domingo, 26 de junho de 2011

UM AMOR DE VIZINHO


 Cansada de ver os relacionamentos de pessoas íntimas fadados ao fracasso, Debra procura não se envolver com homem nenhum. Porém, sua firme decisão desmorona ao conhecer o sensual Marsh Graham.
    Debra não estava interessada em juras de amor e promessas de felicidade duradoura. Preferia ser prática em seus relacionamentos, pois homens ideais, que ofereciam o mundo e estavam dispostos a qualquer coisa por uma mulher, só causavam problemas e infelicidade. Porém ao conhecer seu vizinho, Marsh Graham, todas as suas teorias foram por terra. Sensual, atraente e irresistível, era o tipo de homem com quem jamais deveria se envolver, mas foi impossível resistir ao seu encanto...